domingo, 9 de setembro de 2012

                                 O que não é Gótico


Góticos, góticos... alguém já viu um de verdade? Muitos dizem saber o que eles são e como são, mas... na verdade são só ideias superficiais e estereótipos. Na mente dos seres viventes da caverna, góticos são emos que não querem se assumir, e dizem que gostam de morcegos, cemitérios e vampiros, mas no fundo são tão frescos quanto. Já na mente dos rockers e headbangers, são pessoas com personalidade introspectiva, obscura e com uma mentalidade bem evoluída. O fato é que os góticos conseguiram ser tão undergrounds que ninguém sabe nada sobre eles.

Baseado nisso, este autor pensou... “O que será que góticos ouvem? O Gothic Metal foi um estilo criado no Metal... e os góticos não foram uma tribo urbana criada no Rock como foram os hippies, punks, tr00s... Então, será que o Gothic Metal não é um gênero que nós criamos pensando que é gótico?”. Então este autor resolveu pesquisar e procurar informações sobre isso, com um objetivo: saber o que os góticos ouvem. Nesse artigo você confere os frutos que essas pesquisa deu.


Primeiras impressões
O primeiro passo que este autor tomou foi pensar no que as pessoas consideram como Metal Gótico. Entre conversas e discussões, este autor se impressionou com o resultado obtido: ninguém sabe exatamente o que o estilo é. Ele não tem um som característico e nem bandas definidas. Com isto este autor concluiu que o Metal Gótico é um “gênero de consideração”, ou seja, um gênero que as pessoas criam para definir as particularidades das bandas (resumindo, um rótulo). Por exemplo: o Poison é Glam Metal porque usa maquiagem, o Lynyrd Skynyrd é Southern Rock porque veio do sul dos Estados Unidos, P.O.D é Christian Metal porque tem letras cristãs, o Nile é Death Metal Técnico porque tem complexidade no instrumental além do barulho, e etc. Percebeu que cada uma dessas bandas já tem seus gêneros pré-definidos e que estes novos serviram apenas para caracterizá-los como únicos? Pois então, isso é o que este autor chama de gênero inútil. O mesmo acontece com todas as bandas que dizem ser Gothic Metal: Elis, Tristania, Sirenia, Epica, Lacuna Coil... todas essas são ou de Doom Metal ou de Metal Sinfônico.

Mas este autor pensou: “Mesmo assim, deve haver um denominador comum em todas estas bandas. E se elas já tem seus estilos, o Doom Metal e Symp Metal devem ter algo a ver com isso”. Não se dando por vencido, ele começou a pesquisar a história do Gothic Metal: quando surgiu, como foi formado, quais foram suas influências, suas ideias, quem são seus representantes e que impacto causou. Esses pontos são essenciais para saber de tudo sobre um gênero musical. Eis as origens dele abaixo:


História
Tudo começa pelo Doom Metal, um gênero do Heavy Metal conhecido por ser lento e melancólico, com tons graves e atmosfera obscura. Dentro da cena do Doom surgiu o gênero inútil Death Doom Metal, que não significa nada além de Doom Metal com cozinha pesada de Death Metal.

E dentro do Death Doom, houveram quatro bandas que inovaram o cenário na década de 90: a americana Type O Negative e as inglesas Paradise Lost, My Dying Bride e Anathema. Além de anteriormente influenciadas por bandas de 80 como Celtic Frost, Christian Death e Samhain, estas quatro também receberam influências do Gothic Rock (o som gótico verdadeiro), tornando-se a base do Gothic Metal mundial.

O Type O Negative – que já declarava querer ser chamada de gótica - lançou os discos “Slow, Deep and Hard” em 91 e “Bloody Kisses” em 93, formando a cena trevosa nos Estados Unidos junto com Christian Death, Shadow Project e Danzig. Apesar disso, os EUA não contribuiram muito para o surgimento de novas bandas trevosas. Quem contribuiu mesmo foi o chamado Trio Peaceville, formado pelos ingleses Paradise Lost, My Dying Bride e Anathema, todas empresariadas pela gravadora Peaceville Records. Especialistas dizem que foram estas quem fizeram a cena gótica, inclusive influenciando a chamada Segunda Onda do Gothic Metal, formada por: Tiamat, Moonspell, Theatre of Tragedy, Tristania, The Gathering, Amorphis, Crematory, entre outras.

Depois que as bandas de Gothic Metal já estavam formadas e todos estavam enganados conformados que as bandas de Doom Metal eram góticas, uma coisa estremeceu o cenário trevoso. Isso porque a banda Lacrimosa fazia Gothic Metal, Gothic Rock, Darkwave, Symphonic Metal, tudo ao mesmo tempo. E como ela era adorada tanto pelos “doomers” quanto pelos góticos verdadeiros, todos acharam que aquele som esquisito era gótico também. De repente os fãs acharam que Metal Sinfônico também era Gothic, e começavam a rotular todas as bandas sinfônicas que apareciam: After Forever, Nightwish, Trail of Tears, Within Temptation, toda sorte de bandas melódicas que tinham vocal feminino e sonoridade pesada. E a partir disso, todo o caos se instalou, e ninguém mais soube o que era Gothic Metal.

Resumo da ópera: o Gothic Metal era/é tanto Doom Metal quanto Sinfônico. E os desentendidos também atribuem esse rótulo à bandas Alternativas, Industriais e até de Black Metal da Terceira Geração como Cradle of Filth e Dimmu Borgir. Isso quer dizer que existem três tipos de Gothic Metal: o Doom Metal, o Symp Metal e o nome que podemos usar como bem quisermos.

Depois de ter sabido de toda a história desse gênero/rótulo, este autor pensou: “Tudo bem, tudo bem... essas bandas tem suas próprias vertentes, mas além dos bangers, os góticos também gostam do dito Gothic Metal?”


Gótico por gótico
Os góticos verdadeiros que tem ideologia, influências, cultura e “trilha sonora” próprias tem uma grande aversão pelo Metal Gótico, por duas razões: primeiro pelo Metal não ser um estilo gótico, e segundo por todos usarem o nome "gótico" de forma indevida, para rotular qualquer coisa que acham sombria e obscura. Até o Evanescence pode ser considerado gótico, mesmo sendo um enlatado da indústria. É mais ou menos a mesma reação que tiveram os vampiros de Bram Stoker quando viram os vampiros de Crepúsculo: “O QUE?!! Vocês são vampiros?! Que povo ignorante!! Não importa se dizem que vocês são, não interessa, vocês NUNCA SERÃO!!!1!”.

Os góticos também condenam as gravadoras que aproveitaram que ninguém sabia o que era Gothic Metal para empresariar bandas com esse rótulo. Como elas sabiam que muita gente estava interessada nesse mercado cadavérico, elas venderam suas bandas como tal. Os góticos também dizem que o Metal é muito comercial para ser considerado gótico, já que góticos são muito underground para pessoas conhecerem e entenderem.

O último argumento, apesar de extremista (e ter um apelo forte a continuar sendo desconhecido, privilégio de poucos e sectarizado), é um pouco verdadeiro, já que sabemos muito bem que muitas bandas Melódicas europeias não tem muita diferença entre sim, principalmente as novas. Todas seguem um padrão imutável que deixa o cenário totalmente saturado e desinteressante.

Mas enfim... já que os góticos não gostam de Gothic Metal, o que eles gostam então? Simples, de góticos de verdade. Eles gostam de Gothic Rock, que é a fusão de vários estilos do fim da década de 70 e começo da de 80. Esse gênero agrega bandas tão undergrounds que quase passaram aos olhos do mundo. O Gothic Rock é a fusão de Post-Punk (que este autor chama mesmo de Rock Alternativo), Darkwave (um New Wave "dark"), Glam Rock, e outras ramificações desses estilos.

Mas quais são essa bandas?!!! mas vai ser preciso para todos saberem o que é gótico de verdade. A banda mais famosa é o The Cure que todos conhecem porque passava na MTV... 

 

sábado, 8 de setembro de 2012

                            Como surgiu a Banda Evanescence


Evanescence é uma banda americana de rock formada em 1995 na cidade de Little Rock pela vocalista e pianista Amy Lee;[a formação original ainda contava com o guitarrista Ben Moody. Atualmente o grupo tem cinco integrantes, sendo que Moody já não está mais envolvido.
O Evanescence era popular na região de Little Rock, tocando em bares e casas noturnas. Os primeiros materiais da banda são os EPs: Evanescence (1998) e Sound Asleep (1999), no qual todas as cópias foram vendidas e são extremamente raras em todo o mundo. Porém a banda só ganhou fama e reconhecimento mundial no ano de 2003 com o álbum Fallen, que recebeu sete vezes disco de platina pela RIAA,além de vender mais de 17 milhões de cópias em todo o mundo, ajudando a banda a vencer dois Grammys.
O álbum ao vivo Anywhere but Home (2004) foi gravado em Paris na França permitindo sucesso internacional da banda, principalmente na Europa.Durante 2003 o single "Bring Me to Life" permaneceu por semanas no topo das paradas musicais, tornando-se o maior hit da banda até então; a canção ainda entrou para a trilha sonora do filme Daredevil. Em outubro de 2003, o guitarrista Ben Moody anuncia sua saída do Evanescence em meio a turnê Fallen Tour, alegando diferenças criativas com os outros membros da banda.O segundo álbum de estúdio, The Open Door (2006) trouxe de volta a banda após dois anos de hiato.O disco vendeu cerca de 6 milhões de cópias em todo o mundo. Após a turnê The Open Door Tour em 2007, o guitarrista John LeCompt e o bateirista Rocky Gray deixam a banda. Com isso restam apenas Lee e Balsamo, já que Will Boyd também deixara a banda em meados de 2006.
O terceiro disco auto-intitulado da banda Evanescence (2011) debutou em primeiro lugar na Billboard 200 por cerca de 130 mil cópias na primeira semana de vendas. Foram lançados até então três singles: "What You Want", "My Heart Is Broken" e "Lost in Paradise". Atualmente a banda está em turnê e conta com cinco integrantes: Amy Lee, Terry Balsamo, Tim McCord, Will Hunt e Troy McLawhorn.

 Membros da Banda

  • Amy Leevocais, piano, teclado (1995–atualmente)
  • Terry Balsamoguitarra (2003–atualmente)
  • Tim McCordbaixo (2006–atualmente)
  • Will Huntbateria (2007–atualmente)
  • Troy McLawhornguitarra rítimica (2007–atualmente)
  • Ex-membros


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                                  Como surgiu Guns Roses



    As sementes do sucesso do Guns N'Roses foram plantados em 1979, quando Slash e Steven Adler (ambos então com 14 anos) se encontraram para ouvir e tocar juntos com os discos do Kiss num subúrbio de Los Angeles. Na época, Steve tocava guitarra e Slash, baixo. Batizado Saul Hudson (nome que ele odeia), Slash nasceu em Stoke, na Inglaterra, em 1965, mas seus pais, norte-americanos, logo voltaram a morar na Costa Oeste dos Estados Unidos.
    Sua mãe e seu pai estavam ligados à música, de modo que Slash sempre esteve exposto a diferentes influências desde pequeno. Mas ele encontrou sua maior inspiração num encontro com uma namorada, quando ela colocou o LP Aerosmith Rocks no toca-discos. Steve Adler foi uma criança selvagem, nascida em Clevevand, Ohio, em 1965, porém criado em Hollywood. Sua carreira escolar terminou abruptamente quando ele caiu fora na 10 série-e é surpreendente que ele tenha durado tanto quando se ouvem suas memórias da infância. "A primeira vez que fiquei pirado foi quando tinha oito anos", afirma Steve. "Eu estava no banheiro de minha avó e fumei um baseado". Ele saiu de casa pela primeira vez aos doze anos e foi viver com a avó. Apesar de não ter grana pra comprar uma bateria, pelos próximos seis anos ele imitou seus ídolos-Roger Taylor do Queen, Keith Moon do The Who e John Bonham do Led Zeppelin.
    Axl Rose também teve uma infância tórrida. Nascido em 1962 na insignificante cidade norte-americana de Lafayette, Indiana (onde todo mundo conhece a vida dos outros), ele cresceu sem saber quem era seu pai verdadeiro, que abandonou sua mãe quando o bebê ainda ensaiava vocais no berço. Ao descobrir por acaso que ele não era filho de L.Stephen Bailey-homem que ele achava ser seu pai natural-adotou o nome W.Rose, ao invés de Bill Bailey, que ele havia usado por todos estes anos. O nome Axl veio de uma banda de Lafayette, onde ele cantava. Os problemas entretanto, pareciam segui-lo onde quer que fosse.
    Até na igreja, onde o coro pentecostal o expulsou "Eu estava sempre encrencado por cantar as partes dos outros", lembra. Ele diz ter sido preso mais de vinte vezes em sua juventude por estar bêbado. Quando foi acusado injustamente por roubo de carro, ele deixou a cidade. Mas sua reputação continuou e em Los Angeles as coisas ficaram piores com suas eternas bebedeiras. Assim como Axl, Izzy Stradlin também se revoltou contra os limites da pequena Lafayette, onde ele nasceu em 1962."Eu ficava bêbado porque não tinha porra nenhuma para fazer", diz. Entretanto, Jeffrey Isabelle(seu nome real) foi esperto e primeiro terminou o colegial para depois cair fora. A bateria foi sua primeira fuga do tédio suburbano mas quando ele jogou seu instrumento na traseira de uma Chevy para tentar sua sorte em Los Angeles em 1979, Izzy não tinha idéia do quanto sua aventura iria durar. Ao chegar em Los Angeles em 1979, a vida de Izzy estava longe de ser glamourosa. Para sobreviver, ele batalhava no circuito de clubes noturnos, fazendo de tudo. "Vendi drogas, vendi garotas, fiz o que tinha para fazer", relembra Izzy. "Fiquei cinco dias sem comer...só bebia água. Às vezes você não tem alternativas". Mas pior do que passar fome, é passar fome sozinho. As coisas melhoraram quando, na Páscoa de 1980, quando Axl bateu a porta de Izzy a procura de um companheiro de quem ele havia se perdido. Acabou ficando por lá mesmo e dois anos de luta depois, Izzy já vinha tocando guitarra bem e a dupla já compunha canções. Nascia um grupo Hollywood Rose, e, apesar das refeições vagabundas feitas em pocilgas infestadas de baratas, eles sentiram que aquilo teria futuro. Ocasionalmente, Chris Weber juntava-se a eles e acabou sendo um dos compositores de "Anything Goes". Hollywood Rose surgiu rápido e desapareceu mais rápido ainda, fundindo-se com uma outra banda chamada LA Guns, tornando-se Guns N'Roses. A guitarra de Tracii Guns e a bateria de Rob Gardner completavam o grupo. O baixo ficou a cargo de Michael Mckagan, mais conhecido como Duff. Vindo de um subúrbio de Seattle, onde nasceu em 1964, sendo o caçula de uma família de oito irmãos, o quinto homem do Guns teve algumas origens musicais. "Meu irmão Bruce começou a me ensinar baixo na oitava série", lembra Duff. Ele chegou a trocar o baixo pela bateria, mais voltou ao instrumento original depois de seu kit de bateria ter sido destruído por uma platéia nada amistosa. O maior ídolo de Duff era Sid Vicious, dos Sex Pistols, e essa adoração influenciou bastante a atitude do Guns N'Roses. Enquanto o irmão de Duff o ensinava a arte de tocar baixo, seu pai o educava em outros aspectos. "Meu velho me deu uísque quando eu era bem jovem. Lá pela quarta dose, eu estava tão bêbado que nem conseguia pronunciar a marca da bebida. "Duff se considera um músico sério e tocou em pelo menos 30 bandas desde o início de sua carreira nos bares de Seattle. Ele foi para Los Angeles por causa de um anúncio à procura de um baixista que gostasse de Alice Cooper e Aerosmith. O anúncio era da autoria de...Steven Adler e Slash! Com a chegada de Duff, surgiu a banda Roadcrew. Mas Duff logo descobriu que a dupla agitava muito, mas ensaiava pouco. Depois de seis semanas frustradas, ele desistiu e juntou-se a Axl, Izzy e os outros integrantes de Guns N'Roses. Quando os outros membros da banda caíram fora por causa de sua pouca dedicação à banda, Duff teve a idéia de chamar seus antigos parceiros Adler e Slash(que dançou numa audição para o Poison porque era "muito feio").
    A química da nova banda funcionou bem e fez fama. Como uma revista descreveu na época, "são cinco personalidades diferentes com um denominador comum: arrogância". Depois de muito ensaio, fizeram sua estréia no clube Troubadour e saíram na sua primeira(e atrapalhada) turnê, intitulada Hell Tour. De volta para LA, uma rodada pelos clubes Roxy, Whiskey e claro,Troubadour. Nesta época, o repertório do Guns era recheado de covers, como "Jumpin'Jack Flash"dos Rolling Stones, "Heartbreak Hotel"de Elvis Presley e "Whole Lotta Rosie"do AC/DC. As platéias deliravam com os shows do Guns N'Roses, mas as gravadoras não tinham peito para bancar o novo grupo. Cansados dessa covardia, o quinteto resolveu lançar seu próprio disco, sob o selo Uzi Suicide. O explosivo EP atingiu seu alvo: aumentar o burburinho ao redor da banda. Isso acabou atraindo a atenção de uma notória caça-talentos.Vicki Hamilton("descobridora"de bandas como Poison e Mötley Crüe). Ao mesmo tempo assustava e fascinava com o perfil dos cinco gunners, Hamilton fez deles seus protegidos, ensinou as manhas do show business e os apresentou à gravadora Geffen Records. O contrato com a Geffen saiu em 26 de março de 1986, quando os rapazes puderam ter as primeiras refeições decentes em anos.

    Saciado o apetite pela comida, o Guns N'Roses lançaram em julho de 1987, seu primeiro álbum, Appetite For Destruction, que chegou ao topo das paradas e vendeu mais de seis milhões de cópias só nos Estados Unidos. Pouca gente sabe, mas o dia 26 de março de 1986 ficará marcado na história do rock'n roll. Neste dia, Axl, Slash, Steven, Izzy e Duff disseram adeus à pobreza para sempre, quando finalmente assinaram um contrato com a gravadora Geffen. Cercado de luxo e pela primeira vez num estúdio profissional todo equipado, o Guns N'Roses foi apresentado ao produtor Mike Clink(Ozzy Osbourne, Survivor). Desse encontro, saiu Appetite For Destruction. Lançado em julho de 1987, Appetite foi um álbum que combinou o poder do heavy metal com a ira e a energia do punk.Versos agressivos foram tão marcantes quanto o grupo que estourou tímpanos de São Francisco a Seattle.O sentimentalismo veio do próprio vocalista. Dada a postura controversa do Guns, ninguém poderia pôr palavras na boca de Axl Rose. E seus versos frequentemente de sua própria experiência...amarga."Out Ta Get Me", por exemplo, foi inspirada - admite o autor - no período emm que viveu preso em Indiana."Rocket Queen"baseou-se numa antiga namorada "viva...mas que não deixou saudade". Um pouco mais alegre,"Sweet Child O'Mine","a primeira música de amor otimista que eu escrevi", inspira-se na modelo Erin Everly, que logo tornou-se a senhora Axl Rose. Como não poderia deixar de ser, também houve controvérsias:"Mr Brownstone", defendida pelo autor como uma música veementemente contra a heroína, quase levou Axl à cadeia na Austrália, onde ela foi considerada como incitação ao uso de drogas. E a banda fugiu para a Nova Zelândia. Musicalmente, o Guns N'Roses era exatamente oposto aos padrões de som aceitos em Los Angeles, como Van Halen e Mötley Crüe."Nós somos uma banda que saiu de Los Angeles e que já possuía alguns valores reais do rock". No entanto,"Paradise City", seu maior sucesso na Inglaterra, revelou o mesmo Slash soltando uma série de notas que envergonhariam Santana, enquanto sua guitarra, em "Sweet Child" era um modelo de precisão. Essa era uma banda que claramente recusou ser engaiolada. Apontado como inovador, o grupo tem, na verdade, raízes que vão muito além do que se imagina - de Rod Stewart, no início dos anos 70, aos Stones, com a combinação das guitarras de Keith Richards e Mick Taylor que foram modelos para Izzy e Slash. Nazareth também foi outro de seus ídolos: seu guitarrista Manny Charlton foi originalmente apontado como produtor para seu primeiro álbum, mas isso acabou não acontecendo. E não apenas a música foi explosiva; a capa do disco - uma pintura de Robert Williams sobre uma cena futurista em que um robô estupra uma mulher - foi escolhida por Axl e teve o efeitoo desejado de causar horror em todo o mundo. O álbum acabou saindo com um desenho menos aterrorizante, mas a ilustração original sobreviveu no lado interno do álbum. O disco não foi sucesso do dia para a noite: eles precisaram percorrer muitas milhas antes de decolar. E isso acabou agradando Slash."Eu não tive um lugar para morar desde que deixei a casa de minha mãe. Na rua foi ótimo porque tínhamos a segurança de um ônibus e um destino". Seguiu-se uma sucessão de turnês onde o Guns abriu para Mötley Crüe,The Cult, Aerosmith e até o "padrinho" Alice Cooper. Eles andaram tão ocupados que não puderam parar nem para o casamento de Duff - , HAGGIS(o baixista do Cult), ficou no seu lugar na época. Mas nunca houve dúvidas sobre a mudança permanente."Nossa química foi construída entre os cinco", explica Slash."Quando um de nós falta, ela não funciona". Isso foi provado quando Steven Adler quebrou a mão e foi substituído por Fred Coury do Cinderella."Com Steve, o andamento muda conforme o humor da música", diz Slash."Com Fred é melhor eu ficar dois compassos à frente". As constantes viagens finalmente renderam um prêmio e quando Appetite For Destruction alcançou o auge das paradas de sucesso dos Estados Unidos, no verão de 1988, 50 semanas já haviam passado. Enquanto isso, o terceiro single deles,"Sweet Child O'Mine",causou o mesmo impacto e fez do Guns N'Roses a quinta banda de hard-rock da história a alcançar o 1º lugar nos EUA, depois de Bon Jovi(1986), Survivor(1982) e dois outros. Appetite foi o segundo álbum de estréia, no heavy metal, que chegou ao topo da parada norte-americana - Metal Health, do Quiet Riot, foi o primeiro, em janeiro de 1983. Tal sucesso certamente mexeu com os cinco companheiros."Jamais pensei em chegar lá integrando uma banda comercial",disse Duff."E de fato Appetite não é um disco comercial. Seu sucesso me surpreendeu". De repente, todo mundo queria conhecê-los, e quando o "Welcome To The Jungle" foi escolhida para trlha sonora de um filme de Clint Eastwood, pareceu que eles estavam a caminho de Hollywood. Mas eles concentraram seus esforços naquilo que sabem fazer melhor: rock'n'roll. Mesmo seus clips, dirigidos por Nigel Dick, eram diretos e dotados de uma certa insanidade. Em 1988, a MTV premiou "Sweet Child O'Mine"como o melhor vídeo de heavy metal. A Inglaterra demorou um pouco para reconhecer o fenômeno Guns N'Roses."It's So Easy"não chegou exatamente a marcar muitos pontos.Três noites no clube Marquee, em Londres, em outubro de 1987, foram gravadas e lançadas em lado B de singles.

    Dez meses mais tarde, em agosto de 1988, o convite para dar o show no festival Donington's Monsters of Rock foi o reconhecimento de que eles poderiam dominar o mundo e que isso era apenas uma questão de tempo. Mas a morte de dois fãs durante a apresentação do Guns, filmada em vídeo, foi um desastre para o grupo. Embora no início a banda tenha tocado sem perceber o incidente, a verdade é que os dois jovens foram esmagados até a morte enquanto nos autofalantes se ouvia "It's So Easy". O mesmo aconteceu com os Rolling Stones na fatídica apresentação em Altamont, em 1969, quando uma pessoa da platéia morreu pisoteada frente às câmeras. Antes disso, quando interrogados sobre suas atitudes e responsabilidades, os Guns haviam dito que o perigo era inerente a suas músicas e fazia parte do show."Eu imagino que estamos brincando com fogo", admitiu Duff."Eu detestaria que acontecesse qualquer coisa, mas nós não somos do tipo de pessoas que realmente mudariam sua forma de ser",concordou Slash."Não que eu justifique abusos e violências da platéia, mas faz parte da energia que nós fazemos brotar nas pessoas".Depois de Donington, Axl lamentou o episódio mas não necessariamente se arrependeu do que havia dito."Eu não sei realmente o que pensar sobre isso. Nós não dissemos para as pessoas socarem umas às outras. Nós não dissemos para as pessoas beberem até não poder mais parar em pé, eu não me sinto responsável dessa forma".Um ano e meio depois de Appetite, a banda havia percorrido cada milha de estrada de Nova York a Los Angeles, passando pela Europa e Japão. Entretanto, era cedo demais para um álbum ao vivo - e a saída foi engenhosa.

    GN'R Lies foi literalmente um disco meio a meio - quatro faixas tiradas do EP LIVE LIKE A SUICIDE (o EP independente que o grupo produziu antes de conseguir um contrato) ao lado de quatro músicas novas para agradar os fãs. Quatro músicas novas? Talvez só três e meia."You're Crazy", uma das primeiras músicas que eles escreveram depois do contrato com Geffen, já havia sido tocado no Appetite, mas voltou à sua forma original, mais lenta."Patience"e "Used To Love Her", não haviam aparecido antes, com outra forma qualquer, mas sim a letra de "One In a Million"que gerou muita controvérsia por causa das referências a "foggots"(viados) e "niggers"(negros, pejorativamente). GN'R Lies Juntou-se as seis milhões de cópias vendidas pelo "Appetite For Destruction"em novembro de 1988, tornando os Guns a primeira banda dos anos 80 ao ter dois álbuns ao mesmo tempo, entre os cinco primeiros mais vendidos. Apenas os Beatles e poucos outros conseguiram isso. E, quando o single "Patience"foi lançado em junho de 1989, Lies já havia vendido mais de dois milhões de cópias. Se Donington marcou o início de domínio, outubro de 1989 foi o fim de um ano de problemas e quase o fim da própria banda.
    Os Gunners foram contratados para tocar quatro noites como convidados especiais dos Rolling Stones no Los Angeles Memorial Coliseum. Eles esperavam ansiosamente por esse momento, para varrer Jagger e CIA do palco, mais Axl estava atrasado. E quando ele finalmente chegou, a situação no camarim o deixou extremamente relutante a entrar no palco. Depois de muita insistência do empresário, ele entrou, com quinze minutos de atraso, para cantar como se estivesse possesso,e atordoou a multidão acusando certos membros da banda de "dançar com Mr. Browsnstone", referindo-se claramente a canção anti-heroína, do primeiro disco("Mr. Browsnstone"). Esta seria, insistiu Axl, sua última apresentação com os Guns. Na noite seguinte, Slash prometeu publicamente solucionar suas questões pessoais. Não foi a primeira vez que Axl teve problemas com o grupo. Dezoito meses antes ele deixou de se apresentar em Phoenix, foi cortado e depois reintegrado à banda. Inevitavelmente, a imprensa teve o que falar, mais o destino da banda era estar mesmo nas manchetes.

    Em Atlanta, Axl foi preso entre um grupo de pessoas que atacou seguranças. A banda continuou o espetáculo com solos de Slash e Steve. Axl confessou sua culpa para escapar de um julgamento. Na Filadélfia, uma briga no estacionamento acabou levando Axl preso de novo. Dessa vez, o empresário de turnê, Doug Goldstein, conseguiu soltá-lo sem pagar fiança. Em Chicago, um empresário que acusou Axl de imitar Bon Jovi, começou uma briga que acabou quebrando dezenas de copos e fez com que Axl e Steve renovassem sua relação com a pancadaria. Izzy também teve seus momentos. Em Hamburgo, ele e Duff amarraram o baterista do Faster Pussycat ( grupo que abria para o Guns ) e o puseram no elevador. Durante a entrega do prêmio da MTV de 1989, ele brigou com Vince Neil, cantor do Mötley Crüe, porque a esposa de Vince acusou Izzy de ter dito algumas coisas "fortes". Pouco depois ele se viu novamente encrencado por urinar na passagem de ar. Axl, enquanto isso, envolveu-se numa briga com os ingleses Dogs D'Amour num clube Los Angeles, enquanto Duff enfrentava um leão-de-chácara de uma boate em New Orleans. Se no circuito dos clubes a entrada era problemática para eles, a vida doméstica de Axl não era muito melhor. Ele ja havia reclamado de maus tratos por partes de dois policiais que investigavam as reclamações recebidas sobre músicas muito altas em seu apartamento. Em outubro de 1990, ele foi preso porque uma vizinha o acusou de ter quebrado uma garrafa em sua cabeça. O caso foi resolvido, mas Axl e Erin Everly, com quem havia se casado em abril, se separaram poucos meses depois. Axl teve muitas performances impressionantes, mas nenhuma tão dramática quanto em Reno(Nevada), em fevereiro de 1991, quanto seu casamento foi anulado. Confessando ter cometido o maior erro de sua vida, ele acrescentou: "Nós estivemos juntos apenas por dois meses. Ela estava sempre com amigos. Eu achava que ela não tinha idéia do que significava ser esposa - ou não tinha o desejo de ser".

    Nos momentos mais alegres, ele comparou sua relação com Erin, com a de Jim Morrison e Pamela Courson: "Sempre brigando mais eram almas gêmeas". Não é necessário ser jovem livre e solteiro para ser um Gunner - mais é claro que isso ajuda. Steve e Duff foram presos, mas até para a mais dedicada das esposas a banda era claramente uma rival difícil de lidar. Em abril de 1990, o Guns N'Roses participaram de um show de caridade em Indianápolis. Seus lançamentos neste ano ficaram praticamente no anonimato, resumindo-se em faixas em discos de vários artistas. Não que houvessem algo de errado com a música deles. Uma gravadora pegou o "Knockin'On Heaven's Door", uma das favoritas do público, e incluiu na trilha sonora do filme "Dias de Trovão", enquanto a "Civil War"era dada de presente a George Harrison - que montou um álbum chamado "Nobody's Child"para arrecadar fundos para os órfãos da Romênia. A imprensa não noticiou esse lado generoso do Guns. A grande notícia de 1990 foi a partida de Steven Adler, em julho, que causou a primeira mudança na equipe desde 1985. Amigo de Slash de longa data, seu envolvimento com drogas vinha afetando seu trabalho."Ele estava mentindo para nós (sobre deixar de usar drogas). Eu estava tentando fazer a cabeça dele mas isso nunca aconteceu..."disse Slash. A gravadora chiava por um novo álbum, portanto eles precisavam achar rapidamente um substituto.

    Após uma seleção relâmpago, foi escalado Matt Sorum, do The Cult. Sorum se juntou ao tecladista Dizzy Reed como membros permanentes e os dois novos gunners estrearam na banda durante o Rock in Rio II, no Maracanã, Rio de Janeiro, em janeiro de 1991. Para aqueles que esperavam por uma apresentação choca e desencontrada, os shows do Rock in Rio foram uma belíssima surpresa. Quando Dizzy não estava nos teclados, Axl insistia para que ele contribuísse na percussão, mesmo nas músicas que ele nunca havia tocado antes. Nas guitarras, Izzy e Slash detonaram seus riffs em total comunhão. Matt Sorum provocou um terremoto sonoro, sobre o qual Duff pôde deitar e rolar com seu baixo, enquanto Axl corria o palco como um leão. Eles até ousaram três canções novas,"All Tied Up","Double Talkin'Jive"e "Bad Apples",enquanto "Estranged" ficou ensaiduichada entre "Sweet Child"e "Rocket Queen".Ao final da apresentação, um suado Axl Rose declarava "esse foi o melhor show que já fizemos". Apesar do sucesso, a crítica passou a cobrar um novo LP do grupo. O mundo inteiro esperava um álbum, mas por muitos meses só havia um nome, Use Your Illusion, inspirado numa pintura que Axl vira. Em 13 de janeiro de 1991, os gunners finalmente entraram no Rumbo Studios de Los Angeles, com Mike Clink novamente no controle. E logo veio a notícia de que tinham 36 músicas para um novo disco a ser lançado em abril. O problema agora era qual delas escolher. Mas o que na verdade acabou acontecendo foi o lançamento do single "Don't Cry"em junho, um sucesso nas paradas. Guns N'Roses estava de volta.

    Os álbuns duplos "Use Your Illusion"surgiram afinal em julho, cheio de épicos como "November Rain"e a anti-drogas "Coma", ambas com mais de 10 minutos. O anúncio do novo disco, acompanhado de uma turnê, agitou o mundo do rock. Todos queriam ver o show. O primeiro marcado pela banda na Inglaterra, no Wembley Stadium(Londres), em agosto, vendeu 47 mil ingressos só no primeiro dia de vendas. Tiveram início especulações sobre o lançamento de um álbum ao vivo ao final da turnê, engordando as vendas das nove milhões de cópias de Appetite For Destruction e três milhões e 250 mil cópias de GN'R Lies. Tudo deu certo para Slash, que passou um ano fora tocado com grandes nomes como Bob Dylan, Michael Jackson, Iggy Pop e Lenny Kravitz. Mas longe de se tornar uma estrela menor do cenário, ele preferiu a química do Guns."se não fosse Axl eu poderia estar ainda procurando um cantor", resaltou."Sair do nada e chegar a tal ponto foi uma grande virada na minha cabeça. Agora que aconteceu, e nós conseguimos nos manter juntos, eu não acredito que teremos esse tipo de problema de novo".Izzy também estava feliz por estar de volta à ativa."Existe vida depois do Guns N'Roses?", perguntou."Nós morreremos muito cedo para ver isso. Quando a banda morrer, eu morro também". Deve ter sido um caso de reencarnação, pos agora todos sabem que, ao menos para Izzy, existe vida fora do Guns, sim. Em 7 de novembro de 1991, o guitarrista que "morreria"se a banda morresse decidiu deixar o Guns, porque não estava mais afim de excursionar. A saída foi pacífica (ao contrário do affair Steven Adler, que deu uma de inocente e processou a banda por tê-lo induzido ao vício).

    Sem perder tempo, Axl e Slash elegeram o guitarrista Gilby Clarke (ex-Kill For Thrills) como novo gunner e substituto de Izzy. Quanto a Axl. o grande e difícil, não há como negar sua força como o frontman da mais perigosa banda de rock da atualidade. Controvérsia parece ser sua eterna companheira e ele não faz por menos: com o lançamento de User Your Illusion, Axl arrumou atritos generalizados com a imprensa musical dos EUA e Inglaterra, chegando a citar os nomes de vários jornalistas e revistas alimentavam seu desafeto na canção "Get in the Ring", onde, entre outras ofensas, mandava todos "à merda". Mas agora a poeira baixou e, como sempre, a última palavra sobre o futuro da banda cabe a Axl Rose."Eu não vou dizer que nós estaremos aqui para sempre - mas eu espero escrever o tipo de música que permaneça por um longo tempo". Amém, responde o mundo.

    Em 93 é lançado o álbum "the Spaghetti Incident",disco repleto de covers de diversas bandas e incluindo ainda uma música escondida no fim do disco ,escrita pelo famoso assassino e serial killer Charles Manson , intitulada"LOOK AT YOUR GAME GIRL", que acabou recebendo duras criticas da mídia.

    Em 94 Axl é processado por agressão pela sua ex-esposa e pela sua ex-namorada Stephanie Seymour.

    Em 95 Gilby Clarke se desliga da banda e entra com processo por uso indevido do seu nome, nesse mesmo ano em 21 de outubro morre Shannon Hoon(vocalista da banda Blind Melon, que havia participado da gravação de algumas músicas da banda) aos 28 anos vitima de overdose, ele é achado morto no ônibus da banda, em New Orleans

    Em 96, morre a mãe de Axl, e Steven Adler ganha o processo que movia contra a banda pedindo parte dos lucros da venda do disco "Apettite for Destruction", Axl compra os direitos do nome GUNS N' ROSES

    Em 97, morre West Arkeen grande letrista e amigo da banda por causa de uma overdose de "remédios"que ele estava tomando devido ao acidente doméstico que havia sofrido com sua churrasqueira, que o deixara com queimaduras de 2º e 3º pelo corpo.

    Em 98, é prometido para o segundo semestre de 1999 o lançamento do tão esperado novo álbum do Guns n'Roses (A banda ainda continua com a formação indefinida)......

    FIM


    FIM

                             VAI PRO INFERNO VAI PRO INFERNO JUSTIN BIEBER.......

                                     Como surgiu a Banda Slipknot

    No ano de 1995, na cidade de Des Moines, capital do estado de Iowa, surge a banda Slipknot. Com influências de Black Sabbath, Slayer e Sepultura, a banda pegou carona no estouro das bandas de Nu-Metal após Korn, e ganhando destaque, devido a incrível capacidade musical e também a aparência dos integrantes, trajados de máscaras horripilantes e macacões industriais. A banda lançou seu primeiro trabalho em 1996, o raríssimo "Mate.Feed.Kill.Repeat".
    Sidney George Wilson #0

    (Des Moines, Iowa, 20 de Janeiro de 1978), também conhecido como Ratboy, DJ Moonboots, # 0 e DJ Starscream, é um músico americano mais conhecido como o turntablist, Wilson é o mais jovem membro do Slipknot.
    A primeira paixão de Sid foi o punk rock. Ele tocava baixo e saxofone em várias bandas punk locais de sua cidade natal, e essa paixão e atitude é evidente em todos os projectos em que ele se envolve. Ele também era DJ em raves e clubes em Des Moines.

    Sid uniu-se em 1994 ao S.P.C. (Sound Proof Coalition). O S.P.C, além do Sid é formado por mais 3 DJ's. Esses 4 comemoraram em 2004 o seu 10º aniversário, e ainda estão constantemente trabalhando em vários projectos, juntos e independentemente, descobrindo novas músicas e ideias para trazer todos os géneros musicais juntos.
    No final dos anos 1990, Sid juntou-se ao Slipknot, assumindo uma outra identidade conhecida como #0.
    Sid entrou também para a banda AMPT. Junto com o DJ hardcore Rob Gee nos vocais e integrantes do Biohazard, o AMPT redefinirá sua música numa combinação de metal, hip hop e eletrónica.
    Além de sua integração nos grupos citados a cima, Sid se apresenta solo também, como já dito, DJ Starscream.


    Máscara
    A primeira máscara do Sid era uma máscara de Gás C3 canadense e também sete outros modelos de máscaras de gás. O C3 foi utilizado para o álbum Slipknot. A seguinte máscara que ele usou para a Iowa tinha a mesma cara, excepto que havia dentes na área da boca. Era também uma máscara semelhante a um crânio. Para o Vol. 3: (The Subliminal Verses), a máscara do Wilson mudou bastante da original máscara de gás. Ela já parecia um verdadeiro crânio, com dois ou três dentes tortos. Ele mudou a máscara para uma (Full-Boss) parecida com um crânio.
    Actualmente sua máscara para o mais recente álbum All Hope Is Gone é conhecida por ter as suas sobrancelhas e boca, num movimento mecânico e também tem antenas no topo da máscara. Trata-se de rumores de que a máscara é feita para assemelhar Starscream, o seu DJ homónimo. A sua máscara electrónica sobre os olhos também são conhecidos para acender cores diferentes, mais notavelmente vermelho como visto durante o vídeo para a música " Psychosocial".
    Sid é o mais sarcástico da banda. É conhecido também por ser o mais louco e insano. Durante os shows, ele gosta de pular no público ou sobre seu próprio equipamento. Tem uma grande rivalidade com Shawn Crahan, os dois vivem travando batalhas durante os shows. Sid é o mais novo da banda. Reivindica sofrer de "organic Brain Syndrome" (síndrome orgânica do cérebro). Os passatempos preferidos de Sid são: Snowboarding, esculpir com argila e cozinhar. Quando perguntado sobre com qual banda ele gostaria de fazer uma turnê, ele respondeu: "Não iria fazer uma turnê com o Slipknot, mais particularmente, gostaria de fazer uma turnê com o Beastie Boys. Quando comecei a ser DJ, dançar e escutar Hip-Hop, os Beastie Boys foram uma grande influência. Eu sempre escutei eles"


    Curiosidades

    A família dele vem da Inglaterra.
    Joey Jordison descreve Sid como: "O Homem Das Damas".
    Durante os shows Sid gosta de se atirar contra o público;
    As vezes duela junto a Shawn nos palcos, eles fazem um tipo de "luta" durante o show. Apesar de saber que sempre perde para o palhaço nas brigas, ele se diverte fazendo isso.
    Ele aparece em um DVD da banda Linkin Park, junto com o DJ do LP, (Joe Hahn).
    A música 'Flat Lace' foi escrita para o falecido baixista do Slipknot, Paul Gray






    Nathan Jonas "Joey" Jordison #1



    (Des Moines, Iowa, 26 de Abril de 1975) é um baterista estadunidense integrante representado pelo número #1 na banda vencedora do Grammy Slipknot e também toca na banda Murderdolls.

    Jordison rapidamente desenvolveu um interesse em música, aprendendo a tocar violão e tambores. Ja se juntou várias bandas em toda a sua elevada idade escolar, o que levou a ele ser convidado a aderir na The Pale Ones, aos 20 anos de idade. Jordison imediatamente adorou a idéia e rapidamente se tornou envolvido em todos os aspectos da banda, que evoluiu para o Slipknot. Jordison da dedicação à música e performances levou a trabalhar com muitas outras bandas durante sua carreira, incluindo os Metallica, Korn, Ministry, Satyricon, OTEP, System of a Down, Marilyn Manson e 3 Inches of Blood.

    Depois de sair da escola ele foi contratado para trabalhar em uma loja de discos local chamada Musicland. No entanto, em Março de 1994, após uma recomendação de um amigo, ele conseguiu um emprego numa garagem Sinclair em Urbandale trabalhando no turno da noite. Jordison preferiu o turno da noite, porque ele deixou a sua semana livre e ele poderia associar com os amigos e ouvir música enquanto trabalha. No início de 1995, desfez o Modifidious devido à mudança no interesse de thrash metal e death metal. Na sequência, Jordison juntou uma banda local chamada The Reject's como guitarrista, com quem tocou apenas em shows. Ele também foi envolvido em uma banda chamada Anal Blast com Paul Gray, no entanto, isso foi formada em parte como uma piada. Gray também tentou recrutar-lo para outra banda, Body Pit, mas ele declinou o convite para permanecer no The Reject's.



    No Slipknot


    Em Setembro de 1995, Joey foi abordado enquanto estava trabalhando, lhe ofereceram uma posição em um novo projeto chamado The Pale Ones. Ele aceitou o convite. Referindo-se a este momento, ele conta sobre o seu esforço para não sorrir. Ele enfrentou uma série de preconceitos a respeito do Slipknot e sua entrada na banda foi bastante discutida pelos membros já definidos. Atualmente ele é considerado um dos mais dedicados membros e está envolvido na maioria dos trabalhos, incluindo criação e produção, além de desenvolver projetos com a gravadora (Roadrunner Records) e é declaradamente o "primeiro a chegar e o último a sair." É o mais baixo integrante da banda com 1,63 m de altura. Costumam chamá-lo de "Pequeno Notável".

    Joey tem preferência pela guitarra em relação a bateria.

    Ao longo de sua carreira vem fazendo participações especiais para várias bandas, entre elas Avanga, The Havenots, Anal Blast, The Regects, Satyricon, American Head Charge, Ministry, Metallica… entre outras. Em 2007, esteve como baterista temporário da banda Korn (acompanhando-os, inclusive, no palco da edição Rock Am Ring daquele ano).

    Em 2008 retomou o trabalho com o Slipknot para as gravações do quarto CD All Hope Is Gone.

    Joey é o #1 (numeração correspondente aos integrantes do Slipknot, variando entre 0 e 8 - total de 9 integrantes). Usa uma máscara kabuki-japonesa branca, bastante simples e sem expressão. Durante o Ozzfest de 1999, Joey fez algumas pinturas que deram mais vida à sua máscara. A banda mantém a tradição de trocar suas máscaras, incluindo os uniformes, a cada álbum lançado.

    Baixinho e falador, o baterista do Slipknot diz que a falta de expressão da sua máscara combina com ele. Não importa se ele está alegre ou p… da vida, ninguém saberá qual sentimento está por trás dela. Não gosta de brigas devido a sua estatura desfavorável. Admira muito Ross Robinson e afirma que o cara é completamente louco. Joey diz que durante as gravações de um álbum do Slipknot, Ross jogou um vaso nele. O vaso errou Joey e acabou acertando a parede e os pedaços se espalharam por toda parte… inclusive na sua boca. Escolheu o número 1 pois esse número significa "começo" e, na maioria das vezes, ele quem coloca o primeiro "tijolo" para iniciar a "construção" das músicas. Ele diz ser primo de Marilyn Manson devido a sua grande amizade. Durante a gravação de "People = Shit" quebrou 5 pares de baquetas. Ele quem criou o termo "Maggot" (vermes - referência aos fãs do Slipknot).



    No Murderdolls

    Enquanto fazem shows no Ozzfest em 2001, ao mesmo tempo que apoia o Slipknot, Jordison reuniu o Tripp Eisen, depois de Static-X, e os dois discutiram formando um lado projetoso. [8] Em 2002, Jordison reavivou sua banda a The Reject's, renomeando-lhes com o nome Murderdolls. Jordison tornou-se o guitarrista e ele contratou Wednesday 13, do Frankenstein Drag Queens From Planet 13, para tocar baixo. Acabaria por deslocar-se para vocalista, enquanto Ben Graves, Eric Griffin, Acey Slade e completou a banda. A banda assinou com a Roadrunner Records e lançaram um EP intitulado direito de permanecer violentos. O Murderdolls retornaria em Agosto de 2002, com sua estréia álbum Beyond the Valley of the Murderdolls. A banda utiliza filmes de horror, incluindo o Sexta-feira 13 e A Noite dos Mortos Vivos, como uma inspiração de suas letras. Em 30 de outubro de 2002, o Murderdolls fez uma aparição em um episódio de Dawson's Creek, intitulado "Living Dead Girl".



    Outros

    Em 2001, Joey fez uma remix de "The Fight Song" do Marilyn Manson, alguém usou sua máscara aparecendo em um vídeo para a música de Manson da capa de "Tainted Love". No final do ano Manson revelou que Jordison tinha vindo a trabalhar com ele em seu novo álbum, o intitulado The Golden Age of Grotesque, Jordison trabalhava como guitarrista porém, ele não aparece no álbum. Em 2004, Joey apareceu no álbum House of Secrets do "Otep", na percussão de seis faixas para o álbum. Em 2008, Jordison apareceu no álbum dos Puscifer's o "V" os for Viagra.



    Curiosidades


    Ele começou a gostar do estilo metal quando aos seis anos de idade viu no jornal que Ozzy Osbourne tinha arrancado a cabeça de um morcego com a boca, "Imediatamente pensei que Ozzy era o melhor!", diz.

    Fez parte de um projeto da Roadrunner Records chamado "Roadrunner United", que consistia num grupo formado por membros das várias bandas ligadas à editora.

    No verão de 2007, foi o baterista do Korn durante a sua turnê nos Estados Unidos e na Europa, desconhecendo-se ainda a existência de qualquer colaboração de estúdio com esse grupo.

    Já se apresentou com o Metallica, ao substituir Lars Ulrich em um show. E acabou usando sua máscara na apresentação.

    O Slipknot cancelou a turnê de 2008 na Europa porque o baterista Joey Jordison quebrou seu tornozelo.

    Recentemente, Joey afirmou em uma entrevista que enfrentou problemas com drogas antes das gravações de All Hope Is Gone.

    Confirmou em uma entrevista que fez sexo com sua ex-noiva usando sua mascara.



     



    Christopher Michael "Chris" Fehn #3


    (24 de Fevereiro, 1972 em Des Moines, Iowa) é um músico estadunidense integrante da banda de New Metal Slipknot.

    Fehn, nasceu em Des Moines, Iowa. Antes de entrar no Slipknot, ele jogou como jogador de futebol no time Wayne State University. Ele juntou-se a banda por volta de Abril de 1997, substituindo o percussionista Greg Welts, que foi forçado a sair do Slipknot após devido a conflitos pessoais com o baterista Joey Jordison, que resulta de Welts namorar a irmã Jordison. Bem como emprestar seu talento a percussão na banda, Fehn é vocal de apoio no Slipknot e também é fundamental no apoio executados ao vivo nos palcos. Fora do Slipknot, Fehn é um jogador muito forte, e estava em evidências sobre a banda do DVD de 2006, Voliminal: Inside the Nine, onde ele é entrevistado enquanto jogava golfe. Fehn descreve-se como um "grande fã da banda", e diz do Slipknot, "o mundo precisava de algo assim." Antes de entrar no Slipknot, em 1997, Fehn foi amigo íntimo dos caras do Slipknot e principalmente do percussionista Shawn Crahan. Segundo Fehn, Crahan perguntou se ele poderia ser baterista de tambor, o que ajudou Shawn a tocar na percussão também. Pouco tempo após o seu pedido foi feito, Fehn deu uma oferta personalizada para tocar percussão na banda. Fehn, em seguida, foi dado um rough demo que continha todas as músicas do Slipknot. Fehn disse que "Spit It Out" foi a canção que se destacou a ele e a mais importante. Fehn então experimentada a percussão e posteriormente é agora o membro do Slipknot. Nos primeiros anos do Slipknot antes da sua assinatura com a Roadrunner Records, além disso, ele tem um dom que sua voz dá um destaque na hora do back-vocal, muitos não percebem, mais se já ouviram Vermilion [Pt.2], Snuff, tem uma voz de fundo junto a Corey, sim, essa voz é a de Chris Fehn. Fehn foi um eletricista. Em uma recente entrevista com o Rosto Cultura, Fehn disse que os membros da banda deram-lhe um duro tempo em seus primeiros anos com a banda. Ele descreveu que o seu tempo durante o auto-intitulado álbum época era o seu "período hazing" com a banda. Chris Fehn começou a ter uma rivalidade com o Limp Bizkit. Quando Fred Durst, o vocalista do Limp Bizkit, declarou: "Eu realmente gosto muito de Slipknot e sou muito feliz quando eles nos odeiam, porque torna a sua música mais pesada, mais enraivecida e real!", Slipknot e principalmente Fehn ficaram zangados por isso. Mais tarde, Durst descreveu um sentido como sendo "... com medo de nós Slipknot, e que ele não sabia até então que Clown estava a ser seriamente sobre o que ele implícita." Shawn Crahan, foi igualmente furioso sobre Durst.
     



    Máscara


    Fehn usa um estilo de máscara, que tem sido visto em várias cores e estilos sempre com o nariz lembrante do Pinóquio, o nariz tem cerca de 19 cm de comprimento. Ele usa seis variações de máscara, a sua mais conhecida é uma de couro utilizada durante a época Iowa. Outra bem conhecida de Fehn é a vermelha, que foi utilizada principalmente durante o Vol. 3: (The Subliminal Verses) World Tour. Fehn atualmente usa duas variações para o All Hope Is Gone. A primeira é, como as outras máscaras, uma máscara com uma cabeça cheia e rosto vermelho. O segundo é uma, tal como os outros, mas ele só cobre o rosto, mostrando o seu longo cabelo loiro.

    A máscara do Fehn tem um design muito provável com a base usado pelos médicos durante a Peste Negra no tempo medieval, onde o nariz estava cheio de ervas para proteger os médicos que a usavam contra a inalação da fumaça da morte. Outra influência é amplamente discutida a possibilidade da máscara a ser baseada no que foi adornada por Alex e seu "droogs" durante a cena do estupro em 1971 do filme A Clockwork Orange. Uma terceira ideia da origem da máscara também vem da Commedia dell'Arte, uma comédia italiana, que realizou a sua popularidade através dos séculos 15 e 18.. Chris diz que a máscara lembra uma versão do Pantaleão da fálicos de bico de máscara. A quarta idéia da origem da máscara é o personagem Pinóquio. Bastidores do segundo show do Slipknot no Ozzfest, Fehn falou características sobre a máscara para um local onde foi entrevistado, dizendo: "Esta máscara reflete a minha personalidade cômica. Eu a Escolhi para o fator do cativeiro. Quando você colocá, leva você para um outro local. Muito quente, é muito apertado, e que até a dor vai junto com a agressão que criamos." Em mais uma recente entrevista em Londres, Fehn alegou que, "O cheiro fica pior, cheira a vômito, suor e mijo!" Em entrevista ao programa de TV britânico "Never Mind Os Buzzcocks", Fehn também se tornou conhecido como Cockface McGinty após os comentarios de Mark Lamarr.



     



    James "Jim" Donald Root #4

    James Root Slipknot guitarist James Root attends a news conference on the death of the band's bassist Paul Gray May 25, 2010 at Wells Fargo Arena in Des Moines, Iowa.


    (Des Moines, 3 de outubro de 1971), ou Jim, é um guitarrista estadunidense integrante da banda de New Metal Slipknot, e da banda de metal alternativo/post-grunge Stone Sour.

    O Jim foi a última aquisição da banda Slipknot. Ele se juntou durante as gravações do primeiro álbum (O Seflt-Titled, Slipknot), e na foto oficial do álbum ele não aparece na capa (O outro guitarrista é Josh Brainard, que gravou algumas músicas deste [3]). Ele é o mais alto (2.14m), já o outro guitarrista do Slipknot tem (2.10m), embora pareça que Mick Thomson seja maior. A cor do cabelo original de Jim é marrom, perdido depois de várias colorações.

    Root, nasceu em Des Moines, Iowa. Ele ja tocou em bandas como Anal Blast, Atomic Opera, Deadfront e atualmente no Slipknot e Stone Sour, e voltou para a Stone Sour junto com o vocalista Corey Taylor, durante o seu relançamento, em 2002. Antes de entrar no Slipknot, trabalhou como garçom e busboy. Root entrou no Slipknot em Janeiro de 1999, substituindo o guitarrista original, Josh Brainard, que deixou a banda durante a gravação do album debut do Slipknot. Na verdade, as únicas duas músicas gravadas durante a sessões do álbum foi "Purity" e "Me Inside". Apesar disso, a canção tornou-se um grampo para a banda nos shows ao vivo. Depois da saida de Josh Brainard do Slipknot, o vocalista Corey Taylor convidou Root para se juntar a banda com base em experiências passadas para trabalhar com ele na Stone Sour, antes de deixar a banda para se juntar Slipknot.James é noivo da bela Cristina Scabbia,vocalista da banda de Gothic Metal- Lacuna Coil.



    Máscara

    Root originalmente utilizou uma bondage hood, herdada do antigo guitarrista do Slipknot Josh Brainard após sua saída da banda. Ele tinha cabelo roxo no momento e gostaria de puxar peças do mesmo através de um orifício na parte superior da máscara. Depois de várias performances e uma foto, ele decidiu mudar máscaras, como a "bondage" era muito desconfortável para ele e, muitas vezes o distraía quando tocava. Ele então começou a utilizar uma máscara de estilo brincalhão, disse que para representar aquele lado de sua personalidade. Sua mais recente máscara permanece com um estilo "coringa", mas tem cicatrizes verticais pretas detalhando ambos os olhos, e um zíper na boca entre as partes negras. A máscara é baseada no filme The Crow.






    Craig Jones #5 133 (133MHz)

    #63


    (nascido a 11 de Fevereiro de 1972 (38 anos)) é o programador, tecladista e sampler da banda Slipknot . É também conhecido como 133 MHz.

    Muitos se perguntam o que ele faz na banda, pouco se escuta ao seu respeito, se você gosta da introdução de Prelude 3.0, 515, os teclados em Duality e em Dead Memories e a intro de (sic), você já sabe o que Craig faz.

    Craig é o mais misterioso Slipknot, você quase não ouve falar dele.

    Craig originalmente entrou na banda como guitarrista, mas foi substituído por Josh, então Craig pôde se concentrar nos samplers e teclados. Craig trás samples de atores famosos como Al Pacino na mixagem de músicas famosas como '(SIC)' como 'Here Comes The Pain!'. Craig costumava subir no palco com o laptop e o controlador de samplers por que ele não conseguia fazer seus próprios módulos, mas isso logo mudou.

    Os toques do teclado de Craig podem explodir qualquer um com sua harmonia, melodia e efeitos diferentes que são adicionados. Pode-se dizer que Craig Jones foi o 'primeiro' compositor digital na cena do metal contemporâneo, e um dos maiores da atualidade.



    Ele era o webmaster do site oficial da banda (www.slipknot1.com) em que sua mulher o ajudava até que ele saiu quando se separou dela, foi por isso que o site ficou tanto tempo fora do ar.

    Craig gosta de jogar Quake 3 e usa o nick de ZZ 5 com seu próprio skin, portanto, se você for morto por alguém com a skin do Craig no Quake 3, você foi morto pelo mesmo!

    Durante entrevistas, Craig cobre seus olhos com uma tira de couro para evitar ser visto.

    Craig é muito quieto, uma alusão à música "Killers Are Quiet".

    Craig não gravou o M.F.K.R mas mesmo assim sua foto está no encarte do CD.

    Os samples foram colocados juntos por Anders e Sean Mcmahom depois que o M.F.K.R foi gravado.

    Nem todo mundo sabe mas o Craig juntou-se aos Slipknot como guitarrista, substituindo Donnie Steele.

    Seu sampler foi integrado ás músicas do M.F.K.R como "Gently", que começa com um trecho retirado do filme "Falling Down".

    O que o Slipknot diz sobre Craig:*

    Joey: "Ele é um puta hacker de computador e vai te matar cara.

    Ele vai me matar também. Ele é imprevisível. Eu não sei nem porque ele tá nos samples… Um dia ele veio ensaiar com agente e ninguém teve os colhões pra tirar ele!"

    Jim: "Não se preocupe, ele também me assusta. Eu sinto como se fizesse um bem a todos sabendo onde Craig está dia após dia."



    Máscara


    A primeira máscara de Craig foi apenas uma meia-calça em sua cabeça com uma camisa e em alguns shows ele usou uma mascara de Lobo. Mais tarde usou um velho capacete de mergulho, pintado de preto e com espetos. No álbum IOWA, Craig usou uma mascara de latex com espetos e um zíper na boca. No Vol 3, a sua máscara não mudou tirando os espetos que já não são tão grandes e se movem com mais facilidade para perder a pressão.

    Atualmente sua mascara tem espetos maiores do que nunca, se movem com facilidade e perdem muita pressão, é uma das mascaras que mais chama a atenção.

    Há muito tempo atrás, em um dos shows do Slipknot no Mary's, alguém chegou perto de se ferir. Isso pois esse alguém veio de trás para falar com ele, que não conseguiu ouvir nada pois a máscara impede a passagem de sons.

    Quando chegaram perto dele pedindo um autógrafo, deram um tapinha no seu ombro.

    Como ele não estava esperando por ninguém, virou com tudo e um de seus espetos quase pegaram em uma garota que estava perto dele. Paul e Shawn tiveram apenas alguns segundos para parar Craig. Isso foi o mais perto de alguém se machucar com a máscara de Craig Jones.

    O equipamento dele é um notebook, o sequenciador Sonar e o teclado controlador Korg MicroKontrol.Craig sempre é o último a sair dos shows,pois quer manter sua identidade em segredo.






    Michael Shawn Crahan #6


    (Des Moines, Iowa, 24 de Setembro de 1969) também conhecido como Clown, Kong, ou pelo seu número # 6, é um músico americano conhecido como um dos dois personalizado percussionistas da banda de New Metal vencedora do Grammy Slipknot, é o baterista do To My Surprise e Dirty Little Rabbits.

    Crahan nasceu em Des Moines, Iowa, em 25 de setembro de 1959. Ele tocou em bandas como Heads on the Wall, One Cup Fat e Quan. Até o início da década de 1990, Crahan era um alcoólatra, o que se agravou pela sua compra de um bar em Des Moines, chamado The Safari. Frustrado com a sua falta de sucesso, ele diz que ele teria cometido suicídio, se na época não tivesse encontrado sua futura esposa, Chantel. Bem como emprestar seu talento a percussão da banda, Crahan é vocal de apoio, um conjunto de canções Slipknot tem tanto gravados e executados ao vivo. Ele também escreveu a versão original de "Tattered & Torn", que apareceu do início do disco demo da banda, "Mate.Feed.Kill.Repeat". Fora Slipknot, Crahan fundou a Big Orange Clown Records, uma vaidade etiqueta dentro do Sanctuary Records, que assinou a medida metalcore para a banda Gizmachi. Ele também atuou como diretor de, e montados Slipknot 2006 DVD's, Voliminal: Inside the Nine, enquanto a banda contratou uma breve interrupção. Ele também rtocava com o To My Surprise, a gravação de tambores e vocais da banda foi auto-intitulado. A banda recebeu pouco interesse devido ao seu álbum a ser lançado em meio ao sucesso do Slipknot membros Corey Taylor, James Root e Joey Jordison do lado projetos como Stone Sour e Murderdolls respectivamente. Para a surpresa de todos foi posteriormente abandonado pela Roadrunner Records. Em 2007, começou a tocar como baterista na Dirty Little Rabbits. A banda foi um ato de apoio a Stone Sour durante sua turnê norte-americana no Verão de 2007, e teve lançado um EP, intitulado Breeding. Eles já assinaram um acordo com a The End Records, a partir de novembro de 2008.




    A unica e melhor maneira de dizer algo sobre Shawn Crahan é uma descrição que ele mesmo fez: "Eu sou um pai perfeito e um puta dum psicopata ok? Não contrariem". Shawn é um dos mais loucos no palco, alguns de seus hobbies incluem "lutar" com Sid, bater com a sua cabeça na parede e aleijar-se em palco. Shawn é casado com Chantal Crahan e tem 3 filhos.

    Durante shows em 2004 e 2005, Shawn esteve ausente nos palcos, (como por exemplo em um show no Brian O'Connor) por que estava acompanhando o tratamento de sua esposa Chantal que tem uma doença grave, o Crohn (doença crônica que destrói os intestinos).

    Shawn construiu a percussão do Chris e a sua própria. Fraturas: Cicatrizes, Marcas e Ferimentos: Fraturou o pescoço, partiu a clavícula, machucou a vértebra, deslocou um ombro, teve uma contusão, partiu um dedo e bateu com a cabeça tantas vezes na parede que teve 22 cicatrizes. Shawn,além de percursionista é segundo vocal. A sua outra banda é DIRTY LITTLE RABBITS na qual é baterista. O seu maior sonho é tocar junto da famosa banda Metallica, já que ele não esconde que é fã da grande banda e de Lars(Metallica). A 09 de Julho de 2009 Shawn viu o seu desejo concretizado , pois o Slipknot foi a banda de abertura para Metallica no festival Optimus Alive!.

    Em entrevista para a revista Kerrang! em dezembro de 2008, Shawn admite estar em uma luta contra uma doença chamada diverticulite , mas disse para ninguém ter preocupações , pois não é exatamente de risco geral.



    Máscara

    A máscara original de Shawn, que ele fez a aproximadamente 20 anos, quando disse: “Eu vou matar todos os filhos da puta daqui! Qual é a pergunta? A máscara? Ela representa minha morte!” Na época do Iowa ela mudou, com um visual mais dark e sinistro, com um pentagrama de cabeça para baixo. Tinha na testa cravado o número 6, número que Shawn é na banda, e tinha características de metal como “chifres”, e na sua cabeça, é como se ela tivesse rasgado, parte do seu cérebro coberto por sangue. Essa máscara teve muitas variações. Já no Vol. 3: (The Subliminal Verses) uma máscara diferente, enfaixada com fita adesiva médica, manchada de sangue, mas continua com o seu mesmo nariz de palhaço. No final da turnê do Subliminal, Shawn removeu as partes superiores de sua máscara, deixando seu cabelo pendurado para fora. Atualmente, Clown utiliza uma máscara meio palhaço-masoquista. Sua máscara recentemente no All Hope is Gone é preta com a mesma palhaço com nariz, e contem vários zíperes por toda parte e na boca, que não estava presente nas máscaras anteriores. Durante a All Hope Is Gone turísticos mudaram sua máscara para uma que era na cor preta com uma expressão feliz sobre isso. Ele ainda tinha um nariz vermelho de palhaço. Esta nova máscara é chamada de "Sra. Palhaço", já que tem características faciais do sexo feminino.






    Mickael Gordon Thomson #7


    Des Moines, Iowa 3 de novembro de 1973) é um guitarrista dos Estados Unidos conhecido como Mick ou como Log, ou pelo seu número #7, é um dos guitarristas do Slipknot

    Thomson nasceu em Des Moines, Iowa, e em sua juventude, tocou em bandas como Body Pit. Ele entrou no Slipknot em 1996, substituindo o guitarrista da banda, Craig Jones, que depois se tornou sampler da banda. Ele compartilha ritmo na guitarra e leva papéis com James Root. Thomson se manifesta pseudônimo como #7 mais do que a maioria dos membros do Slipknot. Por exemplo, bem como a ser creditados com o número da camisa que ele tem notas de álbuns gravados, ele também tem a palavra Seven "sete" tatuado em seu braço esquerdo, e inclui o número "7" sobre o desenho da guitarra, pelo menos, três modelos que ele usou. Fora do Slipknot, Thomson tem dado aulas de guitarra na Ye Olde Guitar Shoppe, uma loja local de música em Des Moines, e apareceu no Malevolent Criação do Dia do álbum Doomsday X. Ele também fez uma aparição em convidado a música do vídeo para Lupara "No Pity on the Ants". Segundo o vocalista Corey Taylor do Slipknot, Thomson é um ávido escritor de poesia, adora gatos, e tem um fascínio com serial killers. Sobre o tema do último, Thomson se próprio afirmou, "Se eu fosse um famoso assassino, eu teria alguns dos melhores pontos de muito poucos deles, Albert Fish e Ed Gein me vêm primeiro a mente. Mas eu não sou uma pessoa violenta pela natureza. Não foda comigo, e você vai ficar bem. " Mick tem um número de tatuagens em seu corpo: ele tem uma palavra tatuada em seu braço direito (que significa "odiar" e "desgosto" em mandarim é "ÓDIO", a palavra "sete" em seu antebraço esquerdo , uma "tentativa de estupro demônio um anjo" no seu ombro (na verdade arte de imolação do primeiro álbum Dawn de Posse), em seu outro ombro a uma tatuagem de um anjo mórbida por Paul cabine, uma cruz invertida em sua parte superior das costas, "Slipknot" em sua panturrilha direita, e o sinal de Zodíaco Escorpião em sua panturrilha esquerda.



    Máscara

    Durante o demo tape do Slipknot e durante o Self-Titled, Thomson usava uma máscara hóquei que tinha seis orifícios circulares na área da boca, que foi manchado por uma cor verde. A máscara representava ódio. No Iowa, Thomson usava uma máscara de couro que parecia metal e tinha rachas na área da boca. No vol. 3, ele usava uma máscara de prata que tinham as mesmas rachaduras, mas foram mais longas e os olhos foram alterados, tornando-se olhar mais agressivo e apresentando um sorriso maligno. A máscara recente de Thomson no All Hope Is Gone tem a mesma aparência mais dessa vez é verdadeiramente metálico.



    Técnica

    Durante o demo tape do Slipknot e durante o Self-Titled, Thomson usava uma máscara hóquei que tinha seis orifícios circulares na área da boca, que foi manchado por uma cor verde. A máscara representava ódio. No Iowa, Thomson usava uma máscara de couro que parecia metal e tinha rachas na área da boca. No vol. 3, ele usava uma máscara de prata que tinham as mesmas rachaduras, mas foram mais longas e os olhos foram alterados, tornando-se olhar mais agressivo e apresentando um sorriso maligno. A máscara recente de Thomson no All Hope Is Gone tem a mesma aparência mais dessa vez é verdadeiramente metálico.




    Corey Todd Taylor #8



    (Des Moines, 8 de Dezembro de 1973) é o vocalista das bandas Slipknot e Stone Sour.

    Na banda Slipknot, Corey é #8, o "Mastermind" da banda, sendo não apenas o vocalista, mas também quem escreve as letras.

    Nos palcos Corey é como se existisse outra pessoa quando está utilizando sua mascara, mas garante que fora do palco ele é uma pessoa muito tranqüila.




    Casamentos

    E aos seus 24 anos se casou com Scarlett – com quem se casou em 11 de março de 2004, numa cerimônia pequena no Botanical Center em Des Moines, Iowa – no começo de 2007. Corey se casou com Stephanie Luby no dia 13 de novembro de 2009 no Palm's Hotel em Las Vegas. Este é o segundo casamento de Corey. Coincidentemente o dia 13 de novembro caiu numa sexta-feira 13.




    Reencontro com o pai

    Corey cresceu sem conhecer seu pai, que partiu pouco antes de seu nascimento e, a pedido de sua mãe, ficou longe de sua vida. Os dois finalmente se encontraram apenas muitos anos depois, em 2006, quando Scarlett (ex-esposa de Corey) persuadiu a mãe de Taylor para que contasse a ela tudo que sabia sobre o pai, e quando ela concordou, Scarlett contratou um detetive particular para encontrar o pai de Corey. Quando os dois se encontraram no Brasil com seu amigo Yohan Moura e tudo correu bem, terminando com os dois contando que choraram por pelo menos vinte minutos. Corey ficou muito feliz com a reunião, dizendo que um novo capítulo de sua vida havia começado.



    Estilo de Vocal




    Corey possui estilos para "cantar" e "gritar", onde:



    Você pode ouvi-lo "cantar", logo no ínicio de "Wait And Bleed".

    Quando ele quer gritar feito louco, você pode ouvir o Refrão de surfacing e people = shit"

    Quando ele quer cantar lentamente, você pode ouvir: "I can’t see, I can’t bee..." ("surfacing")

    Quando ele quer cantar rápido, ouça "Spit It Out", "Duality", "I am hated" e "No Life".

    Voz melódica de Corey você pode ouvir em "Prosthetics" "snuff" , "Danger Keep Away" , "Circle" e "Scissors".

    Grito "riscado", você pode ouvir em "Tattered And Torn", "Left behind"

    Grito normal, em "everithing ends", "Diluted".

    Ou Pode ouvi-lo "cantar" no seu melhor no Snuff

    Ou ele "cantando" em Through the Glass e tambem em "Zzyxz rd"



    Máscara


    Era, originalmente, uma máscara de couro com dreads verdadeiros que praticamente cobriam seu cabelo. E então essa máscara moldada com latex e dreads falsos teve várias versões. Com a máscara do Vol.3, que pelo lado esquerdo está sorrindo e pelo direito está triste, talvez represente a vida de Corey, que foi muito triste na sua infância, mas venceu na vida e hoje vive feliz. Os dreads sumiram e é seu próprio cabelo, vermelho e roxo. Atualmente, Corey usa uma máscara toda de latex, somente com abertura para nariz e boca, uma tela preta cobre seus olhos, pequenos furos para os ouvidos e aberta em cima, na região dos cabelos.

    "Nós não estamos nos escondendo atrás dessas máscaras, estamos nos revelando mais do que vocês podem imaginar. A máscara que eu uso põe pra fora toda a merda que há dentro de mim. Mesmo se não usássemos máscaras, nossa música ainda seria de boa qualidade."






    Vale apena ler a Historia de cada um, pois você vai se identificar com algum deles, hoje as pessoas julgam muito as bandas pelo seu trage ou pelas atitudes "malucas" de alguns "fãs de butique", e acabam julgando a própria banda e todos pelos erros de alguns (Que é naverdade é maioria), mais esquecem de ver as letras, uma banda não é formada pelas roupas e sim pelo seu carater, leiam sobre a historia da banda, ai você vai saber o verdadeiro motivo das composições e trages que usam!



    Abração Pessoal